quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Estatísticas de Acidentes do Trabalho no Brasil

Anualmente o Ministério da Previdência Social edita uma nova edição do Anuário Estatístico da Previdência Social (AEPS) com dados sobre os acidentes do trabalho, os benefícios concedidos entre outros. A publicação é uma referência estatística para o mapeamento dos acidentes do trabalho no Brasil.
Além do Anuário em pdf, o MPS disponibiliza as tabelas de dados no formato Excel para consolidação e filtro dos dados existentes.

O AEPS 2015 pode ser acessado no site do MPS (acesse o material nesse link).

Os dados no formato Excel podem ser obtidos aqui.





quarta-feira, 17 de maio de 2017

Questões de Estudo do Capítulo 07 - Ergonomia e Segurança do Trabalho


Roteiro de estudos do capítulo 6 - Prevenção de Incêndio

1) Quais os elementos do fogo?
2) O que é ponto de fulgor?
3) Qual a diferença entre líquidos combustíveis e líquidos inflamáveis?
4) Quais os produtos da combustão?
5) O que é fumaça?
6) Quais as fases do fogo? Quais os tipos de recursos necessários para o combate em cada fase?
7) Quais as classes de incêndio? Explique cada uma delas.
8) Faça uma tabela relacionando quais os agentes extintores devem ser utilizados para cada classe de incêndio? Qual o melhor deles para cada classe?

Bons estudos!

terça-feira, 25 de abril de 2017

Questões de Estudo do Capítulo 05 - Ergonomia e Segurança do Trabalho

Olá a todos,

Seguem as questões do capítulo 5 abaixo:

1) Qual o objetivo do sistema OHSAS 18.001 ?
2) Qual a importância do PDCA para um sistema de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho (OHSAS 18.001) ?
3) Relacione o que compreende cada fase do PCDA em termos de Saúde e Segurança do Trabalho?
4) O que é melhoria contínua ?
5) Qual a diferença entre acidente e incidente definido pela OHSAS 18.001 ?
6) Qual a diferença entre perigo e risco definido pela OHSAS 18.001?
7) O que é risco aceitável?

Bons estudos

terça-feira, 11 de abril de 2017

Mais de 75 mil pessoas foram afastadas do trabalho por depressão em 2016



OMS alerta que, até 2020, mal será a doença mais incapacitante do mundo.

     Tachada de mal do século, a depressão é responsável por retirar do mercado de trabalho milhares de profissionais todos os anos. No ano passado, 75,3 mil trabalhadores foram afastados em razão do mal, com direito a recebimento de auxílio-doença em casos episódicos ou recorrentes. Eles representaram 37,8% de todas as licenças em 2016 motivadas por transtornos mentais e comportamentais, que incluem não só a depressão, como estresse, ansiedade, transtornos bipolares, esquizofrenia e transtornos mentais relacionados ao consumo de álcool e cocaína. No ano passado, mais de 199 mil pessoas se ausentaram do mercado e receberam benefícios relacionados a estas enfermidades, o que supera o total registrado em 2015, de 170,8 mil.
     Entre 2009 e 2015 (únicos dados disponíveis), quase 97 mil pessoas foram aposentadas por invalidez em razão de transtornos mentais e comportamentais, com destaque para depressão, distúrbios de ansiedade e estresse pós-traumático. Ao todo, esses novos benefícios representam, hoje, uma conta de R$ 113,3 milhões anuais aos cofres públicos.
     Para os especialistas, a situação evidencia a necessidade de colocar esse tipo de transtorno no topo da lista de preocupações para políticas públicas e de empresas. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo. A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) estima que entre 20% e 25% da população tiveram, têm ou terão um quadro de depressão em algum momento da vida.

     Mudanças de emprego 

     Para Leonardo Rolim, especialista em Previdência, as políticas públicas falham pois não se preocupam em reintegrar os profissionais no ambiente de trabalho. Segundo ele, apenas 5% dos trabalhadores afastados são reabilitados no emprego:
     Os números são muito grandes, e há uma falha na reabilitação. Mesmo quando volta, o trabalhador demora muito. O Estado gastaria menos reintegrando esse trabalhador do que pagando benefícios por muitos anos.
     Ao longo dos seus 32 anos, Manoela Serra já conviveu com episódios depressivos várias vezes. Ela foi diagnosticada com transtorno bipolar em 2009, aos 25 anos. Isso faz com que tenha de conviver com ciclos de euforia e outros em que mergulha em depressão profunda. O primeiro episódio depressivo ocorreu quando ela tinha 15 anos.
     No mercado de trabalho, pulou de emprego em emprego, sem se firmar em razão das consequências do transtorno. Além de apatia e insegurança, ela sofria fortes enxaquecas e esofagite. Em alguns dos vários empregos pelos quais passou, chegou a desenvolver síndrome do pânico.
No início, ficava animada, inspirada, acumulava turnos. É a euforia bipolar. Até um dia em que, de uma hora para a outra, vinha a depressão. Ficava incomodada, com mania de perseguição, achava que não era boa o suficiente, chorava, tinha enxaqueca. O coração disparava e eu entrava num estado de nervos em que achava que ia morrer. A depressão é isso: uma sensação de morte conta.
    Quando a depressão começava, ela era obrigada a levar atestados para se manter afastada. Embora avalie que foi compreendida pelos patrões, quando os atestados se tornavam mais frequentes, não restava outra opção a não ser recorrer ao INSS ou pedir demissão. Nesse ciclo, ela se demitiu de empregos de garçonete, caixa, vendedora, atendente de casa de câmbio e companhia aérea. Diante da falta de uma estrutura de apoio, a alta rotatividade do profissional no mercado de trabalho é um dos efeitos da doença.
    Segundo Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, a capacidade de trabalho e todas as outras funções do corpo ficam abaixo do normal em uma pessoa deprimida:
    Todas as funções da pessoa com depressão estão para baixo: a capacidade de trabalho, insegurança, falta de vaidade, a pessoa se sente feia, se sente péssima, sem condições de trabalho, perde as forças, a vontade. Fica sem concentração por causa das alterações do sono. Como trabalhar oito horas após noites seguidas de insônia? Como trabalhar com sonolência excessiva?

     Profissões com maior incidência 

     Depois do diagnóstico, Manoela passou a se tratar corretamente e consegue ter um controle maior das crises, com a ajuda de medicação. Hoje, é escritora e transformou sua história em livro, O Diário Bipolar, e dá palestras sobre o tema.
     Parte dos problemas que chegam ao INSS foram desencadeados por fatores relacionados ao próprio ambiente de trabalho. De todo o pessoal afastado no ano passado por transtornos de comportamento em geral, ao menos 10,6 mil foram considerados acidentes de trabalho, ou seja, tiveram o ambiente profissional como um dos agentes desencadeadores da doença.
     Para casos específicos de depressão, episódicos ou recorrentes, foram 3,4 mil auxílios por acidente de trabalho. Os números, porém, podem ser bem maiores. Parte dos especialistas destaca que há risco de subnotificação, diante da dificuldade em comprovar o papel do ambiente de trabalho na ocorrência de episódios depressivos. Mesmo assim, há profissões que são conhecidas por terem mais afastamentos e aposentadorias ligadas a transtornos dessa natureza. É o caso do mercado financeiro, dos controladores de voo, dos profissionais da área de segurança, juízes, jornalistas e médicos.
Na avaliação de Rolim, em casos de acidente de trabalho, deveria haver algum tipo de ação para que o empregador compense o INSS, já que o ambiente foi considerado um fator que desencadeou a doença.
     Por transtornos em decorrência de uso de psicoativos, sobretudo álcool e cocaína, foram 240 afastamentos considerados acidente de trabalho em 2016. Outros 34,2 mil receberam o auxílio previdenciário, quando não há conexão com o ambiente de trabalho. Procurado para falar sobre o assunto, o Ministério da Previdência não comentou.

      Carga exaustiva de trabalho 

      Uma das diretoras da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), Rosylane Rocha explica que a depressão é uma doença, com um componente genético, que pode ser desencadeada por uma série de fatores, como o contexto social ou um determinado evento de vida da pessoa. Uma vez que exista a predisposição para a doença, uma carga exaustiva e recorrente de trabalho, um ambiente muito estressante ou uma situação de estresse pós traumático, por exemplo, podem fazer com que o trabalho seja o fator responsável por desencadear o problema. É nesses casos em que os benefícios são considerados acidente de trabalho.
     Esses casos ocorrem quando o médico entende que há uma contribuição relevante do ambiente de emprego para o quadro, a ponto de que, sem isso, a depressão não eclodiria explica.
     Para o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, o trabalho pode, de fato, ter impacto sobre a saúde do trabalhador:
     O termo estresse vem da física, para você medir o estresse de uma ponte, por exemplo. Se passar mais peso do que o previsto, a ponte estressa e rompe. Com o ser humano é a mesma coisa. Se ele passa a trabalhar 12h por dia, por exemplo, vai se estressar e romper, quebrar. 

Fonte: Jornal O Globo (12/02/2017)

domingo, 9 de abril de 2017

App para avaliação do nível de pressão sonora


A NIOSH (National Institute for Occupational Safety and Health) lançou um aplicativo para avaliação do nível de pressão sonora que pode ser usado com o microfone interno ou externo, o NIOSH Sound Level Meter App. Para o microfone externo é possível realizar uma calibração.
O aplicativo pode ser baixado na Apple Store. Um vídeo com explicação sobre o aplicativo pode ser assistido aqui.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Questões de Estudo do Capítulo 03 - Ergonomia e Segurança do Trabalho

Caros alunos, seguem as questões de estudos para o capítulo 03. Esse é um capítulo é de suma importância para a Segurança do Trabalho.

1) Qual a diferença entre perigos e riscos?
2) Quais as 5 classes de perigos existentes, segundo a portaria nº 25 do MTE?
3) Quais são os perigos físicos? Dê exemplos.
4) Quais são os perigos químicos? Dê exemplos.
5) Quais são os perigos biológicos? Dê exemplos.
6) Quais são os perigos ergonômicos? Dê exemplos.
7) Quais são os perigos de acidentes? Dê exemplos.
8) O que são os perigos mecânicos?

9) Qual a diferença entre gases e vapores?
10) Uma máscara de filtro mecânico (PFF2) pode ser usada para quais perigos químicos?
11) O que é limite de tolerância?
12) Quais são as três formas de aplicação das medidas de controle? Dê exemplos.
13) Como podem ser mensurado os riscos?
14) Faça os exercícios sobre riscos químicos a partir do filme do NAPO, no seguinte link.

Boa Semana.


domingo, 12 de março de 2017

Questões de Estudo do Capítulo 02 - Ergonomia e Segurança do Trabalho

Caríssimos alunos, eis as questões preparatórias para a aula do capítulo 2.

1) O que é acidente de trabalho típico? Dê um exemplo.
2) O que é acidente de trajeto? Dê um exemplo.
3) Qual a diferença entre doença do trabalho e doença profissional?
4) Quais são os 4 benefícios da previdência social referente aos acidentes do trabalho?
5) O que é CAT? Quem deve emitir? Quando deve ser emitida?
6) O acidente de trabalho pode gerar estabilidade? Se sim, em qual condição?
7) Quem sofre as consequências de um acidente do trabalho? Explique.
8) O que é a pirâmide de BIRD?
9) Qual a diferença entre acidente e incidente?
10) Maria trabalha como digitadora em um banco e adquiriu LER, diante do fato podemos afirmar que se trata de uma doença do trabalho ou uma doença profissional?
11) João trabalha como motorista e adquiriu LER, dessa forma podemos afirmar que se trata de uma doença do trabalho ou uma doença profissional?


Uma entrevista sobre acidente do trabalho e suas consequências pode ser acessada aqui.

Bons estudos.